quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Uns filhos outros enteados!!!

Na última reunião da Câmara Municipal foi “exigida” uma ligação entre o IC9 e a A1, porque a não existir essa ligação o IC9 nada acrescenta para o desenvolvimento regional do concelho de Ourém. O Bisca de Três compreende e subscreve essa exigência.

Mas para quando uma declaração da Câmara a exigir uma ligação rápida do IC9 ao norte do concelho?
Assim nunca nos vamos conseguir desenvolver ou conseguir atrair investimento, quando a nossa ligação ao IC9 é a velhinha estrada nacional 356, que está num estado completamente decadente.
Sabemos que o país está em crise e que não será fácil tal ligação, e que exigir essa ligação pode ser irrealista, mas então, pelo menos, dêem um arranjo na nacional 356 bem feito, pode ficar mais barato e mesmo não sendo a solução ideal, seria melhor que nada, é que a continuar assim é preciso coragem para investir na nossa zona e prevejo um definhamento das nossas indústrias com o consequente despovoamento e desertificação desta zona sempre esquecida do concelho de Ourém.

O norte do concelho não pode servir apenas em tempo de campanha para angariar votos, e quem foi eleito para as juntas da zona norte, independentemente do partido que foram eleitos, tem de exigir, e em voz alta, uma solução rápida para este problema.
Senhores políticos de Ourém as freguesias da Freixianda, Fárrio, Rio de Couros, Formigais e Casais Bernardos também fazem parte do concelho de Ourém.


Post Scripitium: Parece que a crise ainda não chegou á Câmara de Ourém enquanto o resto do concelho vai trabalhar os funcionários da Câmara vão ter um diazinho de folga para ir jogar o carnaval…….como é que alguém pode explicar isto, nestes tempos em que se fala em poupança e crise todos os dias, é que eu não percebo.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Não fomos nós!



Alguém sabe o que se passa?
Que blogue covarde e ainda por cima anonimo é esse? Que historia é esta?
O homem é mesmo funcionário de uma empresa municipal? O ordenado é "chorudo"?

Se alguém puder esclarecer, penso que o deve fazer a bem da transparência.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Dois anos depois

Em Outubro de 2009 o povo da Freixianda votou, democraticamente, afastou o P.S.D. e o Sr. Francisco Caetano da presidência da junta de freguesia.
Um discurso de mudança e total ruptura com as politicas do passado protagonizado pelo Movimento independente Viva Melhor, gerou na população grande expectativa e revelou-se decisivo na hora de entregar ao M.V.M. a condução dos destinos da Freixianda.

Foi um acto eleitoral marcante na história desta freguesia, não só por se tratar de um movimento cívico e independente mas também por ter sido elemento gerador de uma onda de esperança e união sem precedentes.
O Presidente Rui Vital e a sua equipa obtiveram uma maioria expressiva que demonstrou bem a vontade de mudar dos freixiandenses.

Mas afinal valeu a pena esta mudança?
O que se vai fazendo na Freixianda vai de encontro às expectativas da população?
E em relação ao futuro quais devem ser as prioridades?

Dois anos depois o Bisca De Três entende ser importante fazer um balanço da primeira metade do mandato e projectar a outra metade do ponto de vista dos freixiandenses. Não queremos, obviamente fazer julgamentos antecipados, nem promover a critica fácil e vazia, queremos sim propostas fundamentadas e ideias progressistas e ambiciosas que possam ajudar a Freixianda a crescer e a superar os tempos difíceis que se vivem.

Ao publicar este artigo o Bisca De Três pretende apenas servir de elo de ligação entre os freixiandenses e o executivo da Junta e ser parte activa no debate dos problemas e na busca de soluções.
Mais do que falar do passado importa sobretudo projectar o futuro, é urgente unir esforços e levar por diante o lema que serviu de base a esta candidatura:

“Viver melhor na nossa terra”.

Caro leitor use a nossa caixa de comentários e faça-se ouvir.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Au revoir mes amis!

Por vezes, não temos presença física, nem psicológica para escrever, ou sequer pensar. São assim os momentos das grandes mudanças. Mas é também a vantagem de ter um blog nosso: escrevemos se nos apetecer e não por  encomenda ou por obrigação.
Ainda o senhor Relvas, o Miguel, não tinha mandado os portugueses para fora de Portugal, e já eu estava instalado na terra do Castelo Vermelho ou  rouge como se diz aqui em cima. Sempre que junto estas duas palavras: Castelo e Vermelho, lembro-me invariavelmente da genial ginginha dos castelos, não deste encarnado mas sim do nosso castelo de Ourém.  Para me tratar dos males da saudade, um amigo portugaise que trabalha comigo ofereceu-me uma garrafa de “Boudier Liqueur” que segundo ele era tal e qual a ginginha, vim a descobrir, no entanto, que era uma zurrapa desconsolada, do pior, um insulto para a verdadeira, aquela que só tem  sabor quando saboreada no local junto com os nossos amigos.
Aqui me instalei, não porque um qualquer ministro adjunto me indicou, mas porque assim decidi, por minha iniciativa, uma réstia de dignidade na desgraça.
As coisas até estão a correr bem, aqui sou um maçon, o que, pelo menos em Portugal parece ser coisa de gente importante, não sou um grão mestre mas já levo a carrinha do patrão para casa e até, confesso, já penso em chegar a “chef de chantier”.
Pois é, a vida é dura, se os chorões (sem vergonha),  tipos que recebem 10.000 euros de reforma mensal soubessem…
Resta-me apenas um consolo: nem esses nem o Relvas, nem o resto da cambada saberão nunca a diferença entre um Boudier Liqueur e uma ginginha dos castelos, porque o segredo está na alma das pessoas e eles há muito tempo que venderam a deles.
Nesta minha ausência, Portugal, a Freixianda e este blog, continuarão o seu caminho, o que nos caso do biscadetres será com certeza  um caminho de sucesso alicerçado na qualidade dos meus colegas bisqueiros. “O caminho faz-se caminhando, quando não há caminho faz-se o caminho ao andar.”

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Em nome de Deus, a resposta

No seguimento do diferendo entre o Santuário de Fatima e D. Laurinda Oliveira surge agora a resposta por parte do reitor do Santuário:
 
"....
Tendo em conta o interesse público surgido por esta situação, o bom nome que é devido ao Santuário de Fátima e as reservas que exige o respeito pela senhora em causa, entendeu-se ser oportuno divulgar o seguinte:
1. O imóvel em questão foi doado ao Santuário de Fátima pela Associação “Casa do Coração de Maria – Obra das Gaiatas”. Era presidente desta associação a Senhora Maria Oliveira, irmã da Senhora Laurinda Oliveira, que tinha as funções de Vice-Presidente. Uma das condições da doação era que fosse reservado espaço para alojamento a Maria Oliveira, uma vez que Laurinda Oliveira dispunha de residência própria e não tinha qualquer necessidade económica.
2. A Srª Laurinda Oliveira ocupou o edifício após a morte da irmã, sem avisar o proprietário do imóvel, que nunca consentiu tal ocupação. Não estava nem no texto nem no espírito inerente à escritura de doação a possibilidade de a Srª Laurinda ficar a residir neste espaço. Além do mais, a sua presença nesta casa foi-se revelando incompatível com o acolhimento das crianças carenciadas, que era a finalidade desta obra social.
3. O Santuário de Fátima tem uma considerável acção de apoios sociais, aos mais diversos níveis, e, nas várias decisões que tem de tomar, tem em especial atenção as pessoas mais vulneráveis e as situações humanas difíceis. Nunca iniciaria uma “acção de despejo” sem se certificar com segurança que a pessoa em causa dispõe de alternativas favoráveis. Neste caso concreto, é sabido que a Srª Laurinda Oliveira, após o Santuário ter recorrido aos tribunais, doou um imóvel, reservando para si mesma o usufruto de uma parcela destinada a habitação. Sabe-se também que, conjuntamente com um irmão seu, vendeu em 2010 um imóvel e declarou ter recebido 840.000 Euros. Não são, portanto, correctas as afirmações de que se trata de uma senhora sem recursos nem lugar para viver. Uma leitura dos factos pode permitir concluir que esta senhora se desfez de todo o património, para invocar que não tem onde viver.
Ao Santuário de Fátima não movem outros interesses senão o de zelar para que seja realizado o que estava no espírito das pessoas que doaram o imóvel em causa. Actualmente, nesta Casa de São Miguel, está a funcionar um dos mais importantes campos da acção social e caritativa do Santuário de Fátima, que é o acolhimento de crianças desprotegidas, abandonadas e órfãs. Para este efeito, o Santuário efectuou, a expensas suas, vultuosos investimentos: no edifício, nos equipamentos e no pessoal, por forma a proporcionar digno acolhimento às crianças recebidas, condições que antes eram muito frágeis.
Fazemos votos de que a perturbação gerada por esta situação não ponha em causa o bem-estar daqueles que são beneficiados pela acção que o Santuário de Fátima desenvolve neste espaço de acolhimento."





segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A verdade é como o azeite...........

"Desde as últimas Eleições Autárquicas, em Outubro de 2009, que os eleitos nas Listas do PS passaram a ter a responsabilidade directa da gestão do Município de Ourém, reforçando lideranças e conquistando novos executivos de Freguesia em Alburitel, Piedade, Seiça, Freixianda, Olival, Caxarias e Urqueira. "
Este texto foi retirado do blog do Partido Socialista de Ourem, que pode ser lido na integra aqui:
http://psourem.blogspot.com/

 
Quem consegue adivinhar o que está errado neste pequeno texto? ..... pense ….. á pois é,  quem ganhou as eleições na Freixianda não foi o Partido Socialista, mas sim um grupo de “independentes”, bem, podiam pelo menos tentar manter as aparências, mas não, é mesmo assim, á descarada.